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[Hotel Abandonado na Praia do Cassino: Histórias, Mitos e o que Restou do Edifício]-Hotel Abandonado na Praia do Cassino: O que Sabemos, os Riscos e a Curiosidade que Atrai Aventureiros


Se você já caminhou pela orla da Praia do Cassino, em Rio Grande (RS), e viu aquela estrutura imponente e decadente encravada na areia, com certeza se perguntou: o que é isso? Estou falando do famoso hotel abandonado na Praia do Cassino, um dos pontos mais enigmáticos do litoral sul do Brasil. Neste artigo, vou contar o que realmente aconteceu com o edifício, por que ele permanece abandonado, os perigos de tentar entrar, e até as lendas que cercam o local. Se você busca informações reais e atualizadas, continue lendo.

Afinal, qual é a história do hotel abandonado na Praia do Cassino?

Para entender o abandono, precisamos voltar no tempo. O prédio foi construído na década de 1970 com a ideia de ser um grande centro hoteleiro de luxo. A localização era estratégica: de um lado, o Oceano Atlântico; do outro, uma das maiores praias do mundo em extensão. A proposta era atrair turistas de todo o país, aproveitando o crescimento da região.

No entanto, os problemas começaram ainda durante a obra. Dizem que o terreno instável, a areia fina e a maresia agressiva exigiram fundações muito mais profundas do que o previsto. O custo disparou. E, sem dinheiro para terminar, a construtora abandonou o projeto. O que ficou foi um esqueleto de concreto, que nunca chegou a funcionar como hotel.

O nome “Praia do Cassino” e a confusão com cassinos

Muita gente acha que o hotel abandonado abrigou um cassino. Não abrigou. O nome da praia vem de um antigo cassino que funcionou no início do século XX, mas aquele prédio de madeira foi destruído décadas antes. O edifício abandonado que vemos hoje é um hotel, ou melhor, o que seria um hotel. Apesar disso, a lenda de jogos e festas secretas no subsolo é forte — e totalmente falsa.

O que sobrou do hotel abandonado na Praia do Cassino hoje?

O estado atual é de deterioração avançada. As paredes de concreto estão rachadas, o ferro está exposto e enferrujado, e a vegetação tomou conta de alguns andares. Pichações cobrem as superfícies. Em dias de vento forte, é possível ouvir o barulho de pedaços caindo. Não é um lugar bonito, mas tem uma estética melancólica que atrai curiosos, fotógrafos e youtubers de exploração urbana.

Do lado de fora, dá para ter uma noção do tamanho do projeto original. São vários pavimentos, com vãos de janelas que lembram um prédio habitado, mas vazio. A estrutura fica a poucos metros da água em alguns períodos de ressaca, o que acelera ainda mais o desgaste.

É possível entrar no hotel abandonado?

Tecnicamente, sim. Mas deveria?

Não. Além do risco de desabamento, o local é propriedade privada (ou está sob disputa judicial). Já houve relatos de guardas municipais e de seguranças particulares chamados para retirar invasores. Mais do que isso: quem entra está sujeito a multa e, dependendo do caso, enquadramento por invasão de propriedade. Sem falar no perigo real de cortes, quedas e até de se perder nos corredores escuros.

Uma amiga minha foi lá em 2019, antes da pandemia. Ela contou que o cheiro de mofo é insuportável, e que o

Se você já caminhou pela orla da Praia do Cassino, em Rio Grande (RS), e viu aquela estrutura imponente e decadente encravada na areia, com certeza se pergunto